sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Fidelização _ Passo fundamental para Crescimento nas Vendas!

Dizem que o maior e melhor negócio de uma empresa é a aquisição de um cliente. Melhor do que a rentabilidade ou investimento, a fidelização é, sem dúvidas, um grande passo para o crescimento. Mas, como qualquer bom relacionamento, se você quer a lealdade dos seus clientes, você precisa ser fiel a eles.
Seu produto deve sempre cumprir a promessa anunciada, mas isso é apenas o começo. Para ajudar você a manter o seu cliente, aqui vão algumas dicas interessantes:
Forneça um serviço excepcional

Muitas vezes, o serviço oferecido é o diferencial para empresas que vendem online. Se houver algum problema de informação, os clientes vão se sentir inseguros e darão preferência à negociações em lojas físicas. Uma boa maneira de resolver isso é um Live Chat ou um número de central de informações, em que o cliente possa esclarecer e obter respostas imediatas.  

Fique à frente de seus clientes
Para promover a fidelização, é preciso demonstrar constantemente para o cliente que você existe. Mantenha contato permanente com eles, use o email para isso, mostre seus novos produtos, suas  novidades e convide-os a visitarem com frequência a sua loja. Não esqueça das famosas ações de marketing de relacionamento, como lembrança de aniversário e datas comemorativas.

Desenvolva políticas amigáveis
Se você quer manter os clientes satisfeitos, ofereça políticas flexíveis. Se ele não ficou satisfeito com um produto ou serviço, seja flexível e compreenda-o. Entender suas necessidades é fundamental para mostrar que você se preocupa com eles. Se você não fizer isso, corre o risco de perdê-los para concorrentes que o cativam.
Programas de recompensa

Fidelidade ou programas de recompensas são uma ótima maneira de promover
relacionamentos a longo prazo e vendas repetidas. Oferecer descontos ao cliente que compra de novo com você ou até mesmo oferecer  “recompensas” como brindes por novas aquisições, podem ser um bom caminho para atrair o cliente para novas compras.
Esperamos que essas dicas sejam úteis para o seu empreendimento. Se você ainda não tem um programa de fidelização, pense nessa linha empresarial e implante-a. Lembre-se sempre de que o cliente é fundamental para o seu negócio


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O que leva o profissional a perder seu espaço?

Antes quem possuía o conhecimento técnico era considerado um profissional disputado pelas Organizações, na era da globalização as organizações passaram a desejar muito mais daqueles que formam seus times. Querem por exemplo, que o futuro colaborador traga consigo competências comportamentais que o ajudarão a ter um melhor desempenho tanto individual quanto junto aos demais. Entretanto isto só terá êxito, se o indivíduo souber trabalhar em equipe e tiver consciência de que o conhecimento restrito não tem valia se ele não souber compartilhar seu conhecimento com sua equipe. Apesar das organizações deixarem claramente que os colaboradores necessitam ficar atentos às inovações, há aqueles que apesar de apresentarem um bom potencial (mas que sempre pode ser aprimorado) não conquistam o que tanto almejam dentro das empresas.
 O        que pode contribuir para a perda de espaço dentro da Organização?
1 - Acreditar que o conhecimento técnico é suficiente, para que ele possa ter uma carreira promissora e uma rápida ascensão profissional. Hoje, a teoria encontra-se disponível das mais variadas formas: livros didáticos, revistas, sites especializados, além das conhecidas redes sociais. A velocidade com que as informações propagam-se aumenta a cada segundo.
2 - Pensar que ser especialista fará dele a "sensação" da empresa e o profissional de mais destaque. As constantes mudanças no meio corporativo exigem que os profissionais adaptem-se ao novo. Diante disso, ocorreu uma evolução: saímos da fase de generalistas, passamos para especialistas e hoje o mercado espera que o talento seja um nexialista, ou seja, aquele indivíduo que não tem a resposta para tudo, mas que sabe muito bem onde encontrar a solução, com isenção e visão gestáltica que permite a análise do "todo" e de "suas partes".
3 - Perde espaço no mercado de trabalho quem tem em mente que o conhecimento possui "dono" e que o mesmo em momento algum deva ser compartilhado com os demais membros da equipe. É bom salientar que quando alguém compartilha uma informação com outra pessoa, ele não perde espaço, mas sim ganha à oportunidade de trocar experiências com o outro lado. Essa é uma rica oportunidade de aprendizado para profissionais de todas as idades e que atuam nos mais variados segmentos corporativos.
4 - Ser centralizador e se tornar uma "muralha" em relação ao trabalho em equipe. As empresas valorizam muito o colaborador que é adepto do espírito de camaradagem, uma vez que essa competência comportamental influencia a melhoria do desempenho individual e coletivo.
5 - Perdem também espaço para o mercado de trabalho aqueles que se mostram contrários aos processos de inovação e ainda acreditam que "Em time que está ganhando, não é preciso mexer". Não existem mais fronteiras para a disseminação do conhecimento, pois a tecnologia permite que milhões de pessoas tenham acesso a novas informações em uma velocidade que aumenta a cada dia. O que é novo nesse momento poder tornar-se obsoleto em questão de dias ou até mesmo de horas.
6 - Esperar que a empresa faça tudo pelo seu desenvolvimento é um dos erros mais graves que um profissional pode cometer contra a sua empregabilidade. Se a organização não oferece, independentemente do motivo, ferramentas para que o colaborador desenvolva novas competências, existe a opção de ir à busca do autodesenvolvimento através de leituras especializadas, cursos que muitas vezes podem ser realizados gratuitamente através da internet, por exemplo. Há ainda aquela agradável conversa que o profissional pode ocorrer com o colega mais experiente e que pode possui conteúdo de valor para agregar.
7 - Existe também aquele profissional que tem a oportunidade de desenvolver competências porque a empresa em que atua oferece treinamentos regulares, mas que deixa o "barco passar". Caso não exista uma obrigatoriedade que pese no plano de cargos e salários, por exemplo, a pessoa fica a ver navios porque acredita que participar de cursos é perda de tempo. Isso o faz ser um grande simpatizante da chamada zona de conforto - uma grande inimiga tanto das empresas quanto dos funcionários.
8 - Para conhecer os pontos fortes e trabalhar aqueles considerados fracos, o funcionário que não quer perder espaço no mercado precisa saber dar e receber feedback. Considere-se aqui feedback não como um "puxão de orelha", mas sim um diálogo construtivo que permite que o profissional tenha a oportunidade de, juntamente com seu gestor, elaborar um plano de desenvolvimento. Vale um lembrete: quem dá feedback precisa dominar esse recurso. Caso contrário, os efeitos podem ser extremamente negativos para a saúde da empresa.
9 - Comprometimento com suas atividades. Esse é um diferencial que as empresas valorizam e que se torna perceptível em como o funcionário comporta-se no dia a dia. Pessoas que não dão o melhor de si e vão trabalhar apenas para receber a remuneração ao final de cada mês, correm um risco significativo de serem desligadas da organização.
10 - Visão de futuro não é apenas um privilégio de quem assume funções de destaque, mas sim de todos que fazem parte do organismo vivo que é uma organização. Quem não consegue enxergar o amanhã, perdeu o dia de "hoje" porque não tem ideia do seu papel no contexto corporativo e do valor que pode agregar ao negócio. A pessoa que permite ser apenas mais um número na folha de pagamento é vulnerável a perder seu espaço na empresa e abre oportunidades para que outros se tornem um diferencial.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Arquétipo.Caminho do Destrutor

  "As expressões mais poderosas que uma pessoa pode usar são o Sim e o Não. O efeito delas pode levantar fronteiras ou eliminá-las. Todo aquele que acredita poder fazer, leva um SIM encerrado de alguma parte, geralmente pronunciado por familiares ou mestres em seu passado. Todo aquele que não crê poder fazer, leva um NAO escondido, proveniente das mesmas fontes". (Deepak Chopra


O apego a velhas estruturas de pensamento e antigos paradigmas é uma das mais fortes barreiras à mudança e esta diretamente ligada à palavra não. O receio do insucesso, da crítica, do novo faz-nos alimentar o senhor das negações. Estamos diante de um contexto nas quais empresas e profissionais que se apegam a paradigmas obsoletos e não renovam suas práticas têm menores chances de sobrevivência. Provavelmente, gerente com visão restrita, acreditando que não necessitam acompanhar as transformações que se sucedem a cada dia em um mercado cada vez mais globalizado, tem contribuído para o grande número de falências e concordatas - fato amplamente divulgado pela mídia- nos últimos anos. Cresce a cada dia o número de organizações que morrem antes de seu segundo ano de vida.

As mudanças se mostram urgentes no campo das atitudes em relação aos processos de trabalho e aos modelos de gestão. Na área da competitividade, faz-se necessário destruir e reconstruir paradigmas e estratégias, atuar com agilidade, antecipar-se às demandas e acreditar que o que é sucesso hoje pode não funcionar amanhã. Conhecer o caminho do destrutor e suas competências correspondentes poderá ser de grande auxílio aos gerentes e líderes que, por motivos variados, ainda cultuam a manutenção em detrimento da transformação. O rompimento de padrões obsoletos permite-nos enxergar o lado positivo da renovação.

As estratégias do destrutor

Características

·         Em épocas de mudanças aceleradas, é preciso destruir o que não é mais necessário e deixar entrar o novo.
·         O destrutor ajuda-nos a rever posturas de anulação do que queremos em função do que outro quer de nós.
·         Precisamos da energia do destrutor para eliminar, com coragem, tudo aquilo que não é autêntico ou verdadeiro: um medo muito antigo, por exemplo.
·         Para usar a energia do destrutor, precisamos enfrentar nossos medos, constando suas origens.
·         O destrutor ajuda a nos desprender-mos de máscaras, crenças e padrões que nos mantêm presos ao mundo das limitações.

Competência de Liderança

·         Correr riscos calculados, enfrentando as crises com coragem e ação estratégicas.
·         Agir de forma autêntica, com base em valores construtivos.
·         Superar o medo de errar, do novo, da crítica, do “não”.
·         Aprender a conviver no caos com harmonia interna.
·         Fazer das derrotas um estímulo para novas tentativas, evitando cometer os mesmos erros. Ser Persistente.
·         Desenvolver a capacidade de desapego.
·         Compartilhar conhecimento e idéias.
·         Atuar de forma flexível e habituar-se a conviver com paradoxos.

O destrutor é uma figura importante no processo de liderança transformadora. É difícil de ser acionado e surge, geralmente, quando as pessoas se deparam com perdas importantes: de poder, de amizades ou de entes queridos, bem como de status e de bens matérias. Normalmente, as pessoas que sofreram grandes perdas mudam por completo sua maneira de ver o mundo e, conseqüentemente, seu modo de ser e agir. As situações que nos tiram de nossa zona de conforto chamam o destrutor, que vira a pirâmide da estabilidade de cabeça pra baixo, fazendo com que o equilíbrio anterior seja abalado, impedindo-nos a ação. É a alavanca que nos move em direção ao desapego e a ruptura com o que nos paralisa. Mas não é necessário esperar perder algo para percorrer o caminho do destrutor: seu início pode ser acionado por meio de pequenos hábitos e de atividades simples, que ajudam a reforçar a capacidade de ousar e renovar.

Construindo o caminho do destrutor

·         Entre em contato com seus medos.
·         Identifique-os e descubra suas origens.
·         Deixe que cada um deles conte sua história.
·         Detecte de que tipos são:

Medo primordial: (originado no nascimento): trata-s do medo do desconhecido, da mudança, da liberdade. Traduz pelo receio de não poder satisfazer as necessidades básicas de afeto, identidade. “““ “““ Criado por meio de manipulações do adulto com crianças:” Se você fizer isto, ganha aquilo”
·         Medo do caos, da transgressão, de perder a estabilidade: leva à para Lísia, à permanência na zona de conforto.
·         Descubra os medos que mais o afetam e como eles estão interferindo em sua vida.
·         O que você vem deixando para amanhã e já poderia ter feito, em sua função de algum medo?
·         Que conseqüências essa atitude traz para seu crescimento pessoal e profissional?
·         De quem são as vozes que o impedem de mudar e que superam sua capacidade de renovação? A que nãos elas estão ligadas: medo da crítica, de não ser admirado e amado, de ser rejeitada, de perder o prestígio?
·         Revise seu “disco rígido. Delete algumas crenças e deixe espaços para colocar novas informações, de forma consciente.
Cultue o desapego, iniciando com pequenas incursões:
·         Jogue fora ou dê a alguém mais necessitado objetos materiais de que não precisa mais.
·         Prepare uma palestra para sua equipe de trabalho, passando dicas que só você domina.
·         Defina algumas atividades das quais quer ser desapegar e delegue, demonstrando confiança nas pessoas que trabalham com você.
·         Permita-se inovar alguma coisa em sua vida, por menor que seja: cortar o cabelo, mudar o visual de suas roupas, viajar para um lugar desconhecido, tentar um novo restaurante no final de semana, passar por caminhos diferentes quando se dirigir ao trabalho.
·         É importante estar atento para o lado negativo do destrutor, que em excesso, abre as portas para atitudes autodestrutivas, rancores e ressentimentos.







quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

No Lider!: O CRÍTICO... (Breve meu E-Book)

No Lider!: O CRÍTICO... (Breve meu E-Book): Vou escrever sobre os arquétipos e achei por bem dar uma definição de forma bem sucinta sobre o significado desta palavra, Arquétipos, seria...

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O CRÍTICO... (Breve meu E-Book)

Vou escrever sobre os arquétipos e achei por bem dar uma definição de forma bem sucinta sobre o significado desta palavra, Arquétipos, seriam características subjetivas que todo individuo possui intrinsecamente. Tem o arquétipo Crítico, Artista, Destrutor, Mentor, Inocente, Viajante.  Hoje eu escolhi um texto sobre o Arquétipo 
O Caminho Crítico

Uma das funções mais exercidas na vida de qualquer ser humano é a crítica. Cultivamos o hábito de apontar erros, enxergar falhas, descobrir defeitos. Você já observou o gesto correspondente à crítica? (um dedo apontado para frente e três em nossa direção), é importante notar que ele nos orienta para autocrítica. Ou seja enqto vc aponta um dedo em direção á pessoa, três dedos voltam  em sua direção. O hábito de usar a autocrítica como instrumento de desenvolvimento e crescimento pessoal é algo que pode ser desenvolvido em sua forma construtiva e que acarreta o aperfeiçoamento da habilidade de dar e receber feedback, além de outros benefícios.
Vamos desvendar o perfil do crítico com o intuito de detectar o seu lado construtivo e apontar algumas mensagens internas que, em sua forma destrutiva, cerceiam nossas ações e impedem-nos de ir adiante. Fomos nutridos por críticas desde pequenos: quando fugíamos das normas e padrões dos mais velhos, quando nos arriscávamos a propor algo diferente do usual, quando nos comportávamos de forma inovadora, enfim... Quando ousávamos fugir da ordem estabelecida. É, portanto, justificável a presença do juiz implacável, á espreita, que entra em ação logo que ousamos pensar em mudanças.
O crítico interno, que se comporta de forma destrutiva, vem geralmente acompanhado de crenças pessoais ligadas a menos-valia: ”Não vou conseguir isto ou aquilo, não tenho capacidade para tal empreendimento, os outros fazem melhor do que eu, não tenho habilidade”. A crítica, embora seja um dos elementos bem nutridos em nossa sociedade, nem sempre é usada de forma assertiva. Aquele que conseguir transformar seu crítico interno num aliado certamente terá uma eterna fonte de suporte, estímulo, apoio e alerta às suas ações. Use a Inteligência Emocional a seu favor.
As estratégias do Crítico
Características
·         Age como um assessor interno: por meio de crítica construtiva protege, estimula, apóia e alerta.
·         Leva você a tomar decisão atitude quando estamos confusos ou paralisados.
·         Faz-nos superar o medo, crescer e avançar.
·         Ajuda-nos a confiar em nós mesmos, evitando buscar fora de nós às fontes de autoridade.
·         O verdadeiro crítico é flexível e objetivo: analisa os diversos pontos de vista antes de emitir sua opinião; enxerga os fatos como um processo e pratica a difícil arte do respeito (não como um cúmplice, mas como alguém com sensibilidade para julgar).
·         Propõe mais do que impõe.
·         Ajuda-nos a aprender com os erros e com acertos.

Competências de Liderança

·         Uso da autocrítica como elemento de apoio nas ações de liderança.
·         Capacidade de retomar projetos e idéias paralisados por indecisões de qualquer ordem.
·         Capacidade de superar o medo do novo, da mudança.
·         Reconhecimento do próprio valor, assegurando a auto-estima e autoconfiança.
·         Flexibilidade para analisar situações sob diverso ponto de vista, em vez de assumir decisões de forma precipitada.
·         Habilidade para propor idéias, projetos e soluções para os problemas do cotidiano.
·         Capacidade de aprender com os próprios erros e crescer com os acertos.

Superar o lado sombrio do crítico requer uma revisão de nossas crenças, concepções e padrões de comportamento. Na maioria das vezes, não só magoamos as pessoas com nossas críticas, como também freamos o avanço institucional e social do meio em que vivemos.

Construindo o caminho do crítico interno
Como reverter à ação crítica de modo a obter vantagens?
Em primeiro lugar, responda a algumas perguntas básicas:
Que mensagens meu crítico interno envia mais regularmente e que me deixam inseguro (a) ou que me fazem duvidar de minhas capacidades e dons?
Que projetos vêm adiando em função de autocrítica excessiva?
Quais as conseqüências deste meu comportamento para a minha vida pessoal e profissional?
A partir das respostas, faz-se necessário verificar as crenças que estão por trás das mensagens:
Sou menos capacitado que os outros?
Tenho menos possibilidades?
O que me faz pensar assim?
O trabalho de reciclagem interna é muito importante no caminho do crítico.
Precisamos identificar e modificar uma série de mensagens que se repetem automaticamente acerca de nossas capacidades e características- e que provavelmente não conduzem com realidade.