quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Arquétipo.Caminho do Destrutor

  "As expressões mais poderosas que uma pessoa pode usar são o Sim e o Não. O efeito delas pode levantar fronteiras ou eliminá-las. Todo aquele que acredita poder fazer, leva um SIM encerrado de alguma parte, geralmente pronunciado por familiares ou mestres em seu passado. Todo aquele que não crê poder fazer, leva um NAO escondido, proveniente das mesmas fontes". (Deepak Chopra


O apego a velhas estruturas de pensamento e antigos paradigmas é uma das mais fortes barreiras à mudança e esta diretamente ligada à palavra não. O receio do insucesso, da crítica, do novo faz-nos alimentar o senhor das negações. Estamos diante de um contexto nas quais empresas e profissionais que se apegam a paradigmas obsoletos e não renovam suas práticas têm menores chances de sobrevivência. Provavelmente, gerente com visão restrita, acreditando que não necessitam acompanhar as transformações que se sucedem a cada dia em um mercado cada vez mais globalizado, tem contribuído para o grande número de falências e concordatas - fato amplamente divulgado pela mídia- nos últimos anos. Cresce a cada dia o número de organizações que morrem antes de seu segundo ano de vida.

As mudanças se mostram urgentes no campo das atitudes em relação aos processos de trabalho e aos modelos de gestão. Na área da competitividade, faz-se necessário destruir e reconstruir paradigmas e estratégias, atuar com agilidade, antecipar-se às demandas e acreditar que o que é sucesso hoje pode não funcionar amanhã. Conhecer o caminho do destrutor e suas competências correspondentes poderá ser de grande auxílio aos gerentes e líderes que, por motivos variados, ainda cultuam a manutenção em detrimento da transformação. O rompimento de padrões obsoletos permite-nos enxergar o lado positivo da renovação.

As estratégias do destrutor

Características

·         Em épocas de mudanças aceleradas, é preciso destruir o que não é mais necessário e deixar entrar o novo.
·         O destrutor ajuda-nos a rever posturas de anulação do que queremos em função do que outro quer de nós.
·         Precisamos da energia do destrutor para eliminar, com coragem, tudo aquilo que não é autêntico ou verdadeiro: um medo muito antigo, por exemplo.
·         Para usar a energia do destrutor, precisamos enfrentar nossos medos, constando suas origens.
·         O destrutor ajuda a nos desprender-mos de máscaras, crenças e padrões que nos mantêm presos ao mundo das limitações.

Competência de Liderança

·         Correr riscos calculados, enfrentando as crises com coragem e ação estratégicas.
·         Agir de forma autêntica, com base em valores construtivos.
·         Superar o medo de errar, do novo, da crítica, do “não”.
·         Aprender a conviver no caos com harmonia interna.
·         Fazer das derrotas um estímulo para novas tentativas, evitando cometer os mesmos erros. Ser Persistente.
·         Desenvolver a capacidade de desapego.
·         Compartilhar conhecimento e idéias.
·         Atuar de forma flexível e habituar-se a conviver com paradoxos.

O destrutor é uma figura importante no processo de liderança transformadora. É difícil de ser acionado e surge, geralmente, quando as pessoas se deparam com perdas importantes: de poder, de amizades ou de entes queridos, bem como de status e de bens matérias. Normalmente, as pessoas que sofreram grandes perdas mudam por completo sua maneira de ver o mundo e, conseqüentemente, seu modo de ser e agir. As situações que nos tiram de nossa zona de conforto chamam o destrutor, que vira a pirâmide da estabilidade de cabeça pra baixo, fazendo com que o equilíbrio anterior seja abalado, impedindo-nos a ação. É a alavanca que nos move em direção ao desapego e a ruptura com o que nos paralisa. Mas não é necessário esperar perder algo para percorrer o caminho do destrutor: seu início pode ser acionado por meio de pequenos hábitos e de atividades simples, que ajudam a reforçar a capacidade de ousar e renovar.

Construindo o caminho do destrutor

·         Entre em contato com seus medos.
·         Identifique-os e descubra suas origens.
·         Deixe que cada um deles conte sua história.
·         Detecte de que tipos são:

Medo primordial: (originado no nascimento): trata-s do medo do desconhecido, da mudança, da liberdade. Traduz pelo receio de não poder satisfazer as necessidades básicas de afeto, identidade. “““ “““ Criado por meio de manipulações do adulto com crianças:” Se você fizer isto, ganha aquilo”
·         Medo do caos, da transgressão, de perder a estabilidade: leva à para Lísia, à permanência na zona de conforto.
·         Descubra os medos que mais o afetam e como eles estão interferindo em sua vida.
·         O que você vem deixando para amanhã e já poderia ter feito, em sua função de algum medo?
·         Que conseqüências essa atitude traz para seu crescimento pessoal e profissional?
·         De quem são as vozes que o impedem de mudar e que superam sua capacidade de renovação? A que nãos elas estão ligadas: medo da crítica, de não ser admirado e amado, de ser rejeitada, de perder o prestígio?
·         Revise seu “disco rígido. Delete algumas crenças e deixe espaços para colocar novas informações, de forma consciente.
Cultue o desapego, iniciando com pequenas incursões:
·         Jogue fora ou dê a alguém mais necessitado objetos materiais de que não precisa mais.
·         Prepare uma palestra para sua equipe de trabalho, passando dicas que só você domina.
·         Defina algumas atividades das quais quer ser desapegar e delegue, demonstrando confiança nas pessoas que trabalham com você.
·         Permita-se inovar alguma coisa em sua vida, por menor que seja: cortar o cabelo, mudar o visual de suas roupas, viajar para um lugar desconhecido, tentar um novo restaurante no final de semana, passar por caminhos diferentes quando se dirigir ao trabalho.
·         É importante estar atento para o lado negativo do destrutor, que em excesso, abre as portas para atitudes autodestrutivas, rancores e ressentimentos.







quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

No Lider!: O CRÍTICO... (Breve meu E-Book)

No Lider!: O CRÍTICO... (Breve meu E-Book): Vou escrever sobre os arquétipos e achei por bem dar uma definição de forma bem sucinta sobre o significado desta palavra, Arquétipos, seria...

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O CRÍTICO... (Breve meu E-Book)

Vou escrever sobre os arquétipos e achei por bem dar uma definição de forma bem sucinta sobre o significado desta palavra, Arquétipos, seriam características subjetivas que todo individuo possui intrinsecamente. Tem o arquétipo Crítico, Artista, Destrutor, Mentor, Inocente, Viajante.  Hoje eu escolhi um texto sobre o Arquétipo 
O Caminho Crítico

Uma das funções mais exercidas na vida de qualquer ser humano é a crítica. Cultivamos o hábito de apontar erros, enxergar falhas, descobrir defeitos. Você já observou o gesto correspondente à crítica? (um dedo apontado para frente e três em nossa direção), é importante notar que ele nos orienta para autocrítica. Ou seja enqto vc aponta um dedo em direção á pessoa, três dedos voltam  em sua direção. O hábito de usar a autocrítica como instrumento de desenvolvimento e crescimento pessoal é algo que pode ser desenvolvido em sua forma construtiva e que acarreta o aperfeiçoamento da habilidade de dar e receber feedback, além de outros benefícios.
Vamos desvendar o perfil do crítico com o intuito de detectar o seu lado construtivo e apontar algumas mensagens internas que, em sua forma destrutiva, cerceiam nossas ações e impedem-nos de ir adiante. Fomos nutridos por críticas desde pequenos: quando fugíamos das normas e padrões dos mais velhos, quando nos arriscávamos a propor algo diferente do usual, quando nos comportávamos de forma inovadora, enfim... Quando ousávamos fugir da ordem estabelecida. É, portanto, justificável a presença do juiz implacável, á espreita, que entra em ação logo que ousamos pensar em mudanças.
O crítico interno, que se comporta de forma destrutiva, vem geralmente acompanhado de crenças pessoais ligadas a menos-valia: ”Não vou conseguir isto ou aquilo, não tenho capacidade para tal empreendimento, os outros fazem melhor do que eu, não tenho habilidade”. A crítica, embora seja um dos elementos bem nutridos em nossa sociedade, nem sempre é usada de forma assertiva. Aquele que conseguir transformar seu crítico interno num aliado certamente terá uma eterna fonte de suporte, estímulo, apoio e alerta às suas ações. Use a Inteligência Emocional a seu favor.
As estratégias do Crítico
Características
·         Age como um assessor interno: por meio de crítica construtiva protege, estimula, apóia e alerta.
·         Leva você a tomar decisão atitude quando estamos confusos ou paralisados.
·         Faz-nos superar o medo, crescer e avançar.
·         Ajuda-nos a confiar em nós mesmos, evitando buscar fora de nós às fontes de autoridade.
·         O verdadeiro crítico é flexível e objetivo: analisa os diversos pontos de vista antes de emitir sua opinião; enxerga os fatos como um processo e pratica a difícil arte do respeito (não como um cúmplice, mas como alguém com sensibilidade para julgar).
·         Propõe mais do que impõe.
·         Ajuda-nos a aprender com os erros e com acertos.

Competências de Liderança

·         Uso da autocrítica como elemento de apoio nas ações de liderança.
·         Capacidade de retomar projetos e idéias paralisados por indecisões de qualquer ordem.
·         Capacidade de superar o medo do novo, da mudança.
·         Reconhecimento do próprio valor, assegurando a auto-estima e autoconfiança.
·         Flexibilidade para analisar situações sob diverso ponto de vista, em vez de assumir decisões de forma precipitada.
·         Habilidade para propor idéias, projetos e soluções para os problemas do cotidiano.
·         Capacidade de aprender com os próprios erros e crescer com os acertos.

Superar o lado sombrio do crítico requer uma revisão de nossas crenças, concepções e padrões de comportamento. Na maioria das vezes, não só magoamos as pessoas com nossas críticas, como também freamos o avanço institucional e social do meio em que vivemos.

Construindo o caminho do crítico interno
Como reverter à ação crítica de modo a obter vantagens?
Em primeiro lugar, responda a algumas perguntas básicas:
Que mensagens meu crítico interno envia mais regularmente e que me deixam inseguro (a) ou que me fazem duvidar de minhas capacidades e dons?
Que projetos vêm adiando em função de autocrítica excessiva?
Quais as conseqüências deste meu comportamento para a minha vida pessoal e profissional?
A partir das respostas, faz-se necessário verificar as crenças que estão por trás das mensagens:
Sou menos capacitado que os outros?
Tenho menos possibilidades?
O que me faz pensar assim?
O trabalho de reciclagem interna é muito importante no caminho do crítico.
Precisamos identificar e modificar uma série de mensagens que se repetem automaticamente acerca de nossas capacidades e características- e que provavelmente não conduzem com realidade.



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

CURSOS 24 HORAS!

REPORTAGEM SOBRE CURSOS RÁPIDOS
“Tem urgência para arrumar emprego? Então procure cursos rápidos.” É assim que começa a reportagem exibida no Jornal Hoje, da Rede globo.
Os cursos rápidos são uma excelente ferramenta para quem deseja se qualificar em um curto espaço de tempo e obter um retorno mais rápido.
Segundo Ricardo Almeida, consultor de Recursos Humanos, “… em um curso universitário o aluno passa 4 anos estudando e só começa a colocar em prática os conhecimentos ao final deste período. Já nos cursos rápidos o retorno é obtido em um período menor, pois logo após finalizar o curso o aluno já pode aplicar o conhecimento no mercado de trabalho.”
Conheça a lista de Cursos Rápidos oferecidos pelo Cursos 24 HorasSão cursos totalmente online, de curta duração, com certificado entregue na sua casa, sem custo adicional.
Segundo a reportagem, alguns alunos nem se formam e já são contratados. “Tem muita empresa vindo atrás da gente e brigando pela gente”, diz Anderson de Oliveira, estudante.
“Quem não estuda acaba ficando enferrujado. A gente tem que se atualizar. Se você não estuda, não busca outros conhecimentos, acaba sendo ultrapassado até por quem não trabalha ainda”, diz Fernando Bezerra, aluno.


domingo, 13 de novembro de 2011

Atrair e Reter Talentos

Uma organização ao contratar um profissional deve-se levar em consideração que estamos lidando com o ser humano, que vive, pensa, sente e faz. Por isto além de ser reconhecida como pessoa ela está à procura não apenas de um emprego, mas de uma oportunidade dentro da organização. Não está  apenas em busca de um salário mas sim também de benefícios que a organização  possa oferecer, tais como ambiente saudável,ascensão (planos de carreira), promoções,  treinamento  capacitação para desempenhar com eficácia junto a equipe.Os lideres, devem ver neste novo profissional não apenas um elo na engrenagem competitiva e produtiva  mas um colaborador que está  ali ´para participar,Que deve ser valorizado, pois tratá-lo como mero capital humano, pode dar certo a curto prazo, mas é inevitável que não irá obter o mesmos resultados se este colaborador não for tratado como”pessoa”.Estímulos e auto-estima devem andar de mãos rumo a resultados positivos.Uma equipe motivada contribui com  criatividade, flexibilidade nas resoluções rápidas de problemas surgidos.Vale ressaltar que as pessoas são diferentes, e por isto devem ser tratadas   no contexto organizacional como tais. Evidente que não é uma tarefa fácil, porque a organização possui um planejamento, metas precisam ser cumpridas, mas não devemos esquecer que a força motriz vem das pessoas, observe que dentro de sua organização existem talentos, que são eles que vão tornar organização dinâmica e flexível. Planeje algo diferente motivacional pelo menos uma vez ao mês, para manter a equipe “desperta.Existem quatro funções básicas que norteiam a comunicação interpessoal que são, Controle, para esclarecer as obrigações, implantar normas e estabelecer autoridade e responsabilidade;
·                     Informação, para propiciar a base para se tomar decisões e executar ordens e instruções;
·                     Motivação, para influenciar os outros e obter cooperação e compromisso para com as diversas metas e objetivos; (vídeos motivacionais, fotos, colher imagens quando ele estiver exercendo suas atividades). Não pense que é perda de tempo interromper seu trabalho e conversar um pouquinho, ouvi-lo, distribuir sorrisos, elogiar, para que ele compreenda que não só dos erros devem ser lembrados. Registre momentos de premiações, confraternizações, faço o sentir como parte integrante da organização.
·                     Emoção, para expressar sentimentos e emoções.
Não esperem que o departamento de RH reconheça seus funcionários, faça você mesmo já que estão juntos todos os dias.


       Busque novas estratégias, compreendendo quais são as missões de sua empresa e o que são necessárias para alcançar sucesso nos negócios. Não deixem projetos nas gavetas, o que adianta falar em mudanças e não fazer nada para que isso aconteça.Ao reconhecer o talento humano é mais que um diferencial e sim a conquista do sucesso em  qualquer negócio. Permitam que eles sejam colaboradores e não meros expectadores ou “robóticos” dentro da organização.
       

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Piada das sextas.....

Certo executivo já atrasado para o trabalho deparou de repente com um pneu furado. Para complicar mais ainda sua situação, ele parou seu carro bem ao lado de uma boca-de-lobo e com a pressa que estava não percebeu que depois de elevar o carro pelo macaco e tirar os 4 parafusos eles rolaram e caíram na referida boca - de -lobo. Mais uma coincidência foi que também estava ao lado do muro de um hospício, e um louco reparava tudo atentamente!

E com a perda dos 4 parafusos e o horário já avançado, ele não sabia mais o que fazer; mas. . . De repente o louco gritou de lá de cima do muro:

-Hei moço, faça o seguinte: Tire um parafuso de cada roda e coloque nesta que está sem os pra fusos e siga viagem com as 4 rodas com apenas 3 parafusos cada.

E ele prontamente fez como lhe recomendara o louco, agradecendo pela idéia e já ia saindo com o carro quando lhe veio à seguinte dúvida:

-Hei Moço Você Não É Louco?

E ele respondeu:

-Sou, Mas Não Sou Burro
!  
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